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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
CURIOSIDADES DA NATUREZA
Olfato
mais aguçado
O olfato mais aguçado existente natureza é o do macho da mariposa
imperador que segundo experimentos feitos na Alemanha em 1961, pode detectar a
substância sexual produzida pela fêmea virgem à distância de 11 Km, contra o
vento. Os receptores localizados nas antenas do macho são tão sensíveis que são
capazes de detectar uma única molécula de substância.
Mais
venenosos
Os pequenos e brilhantes sapos das Américas Central e do Sul
secretam algumas das toxinas biológica mais mortais conhecidas. A espécie é tão
perigosa que os cientistas precisam usar luvas grossas para manipulá-la, no
caso de eles terem cortes ou arranhões em suas mãos.
Maior mamífero brasileiro
O maior mamífero terrestre brasileiro, a anta ou tapir, mede 2,01 m, de comprimento e pesa cerca de 250 Kg, atingindo 1,08 m de altura.
Elefante Africano
Em média, os elefantes machos atingem a altura de 3 a 3,7 e pesam de 4 a 7 t. O maior exemplar já registrado foi um macho morto a tiros em Macusso, Angola. Deitado de lado, o elefante media 4,16 m em uma linha projetada do ponto mais alto do dorso até a base da para dianteira, indicando uma altura de 3,96 m quanto em pé. Seu peso foi calculado em mais de 12,24 t.
O maior mamífero
O maior mamífero do planeta é a baleia azul. Uma baleia fêmea pesando 190 t e medindo 27,6 m de comprimento foi capturada na Atlântico Sul.O mais longo exemplar já registrado foi uma baleia fêmea medindo 33,58 m que encalhou na praia de Grytvi, Geórgia do Sul, em 1909.
Fonte(www.sobiologia.com.br/)
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
A importância da leitura e escrita
Desde que nascemos, aprendemos a interpretar gestos, olhares, palavras e
imagens. Esse processo é potencializado pela escola, por meio da
leitura e da escrita, o que nos dá acesso a grande parte da cultura
humana. Isso envolve todas as áreas, pois, mais do que reproduzir o som
das palavras, trata-se de compreendê-las - e quem sabe relacionar termos
como paráfrase, latifúndio, colonialismo e transgênico aos seus
significados faz uso de um letramento obtido em aulas de Língua Portuguesa, Geografia, História e Ciências, respectivamente.
A chamada alfabetização científico-tecnológica mostra essa preocupação no ensino de Ciências. Falta muito, porém, para que as linguagens sejam objetivos da instrução e não só pré-requisitos exclusivos das aulas de Língua Portuguesa e Matemática, como apontamos nesta coluna (edição 215, de setembro de 2008). A competência de ler e escrever, aliás, se desenvolve com a de "leitura do mundo" no sentido usado por Paulo Freire - e todo educador deve fazer isso sozinho e em associação com seus colegas.
Cada estudante que, numa aula de Geografia, examina um mapa ou guia de ruas, assinala locais por onde passa e comenta em texto experiências ali vividas, além de aprender a se situar, faz um exercício expressivo e pessoal da escrita. Isso também pode ser um trabalho coletivo, como a maquete que vi numa cidadezinha mostrando a escola, o estádio, o hospital, a praça e a prefeitura. Estavam ali representados também o rio, com os pontos onde transborda e em que ocorre o despejo irregular de lixo. Cartazes ao lado comentavam o surgimento da cidade, a vida econômica e os problemas ambientais, com linguagem aprendida em aulas de Arte, Ciências, Geografia, História e Língua Portuguesa.
Mas essa prática só muda as estatísticas de alfabetização quando faz parte da rotina escolar. Há uma queixa frequente de que por lerem mal os alunos têm dificuldade com certos conteúdos. Diante dela, a escola deve trocar o círculo vicioso - em que o despreparo na língua dificulta a aprendizagem de outras matérias e perpetua o despreparo - por um círculo virtuoso - em que a leitura e a escrita melhorem em todas as áreas e ajudem na aprendizagem de qualquer conteúdo. De certa forma, todos os professores devem dar continuidade ao processo de alfabetização, em que os pequenos leem e escrevem sobre suas relações pessoais ou sociais e sobre as coisas da natureza, entre outros temas.
Para cumprir esse objetivo, é igualmente importante lançar mão de vários meios e atender aos interesses de crianças e jovens, muitas vezes relacionados às novas tecnologias. Buscas pelo conteúdo de enciclopédias ou por letras de música podem ser feitas pela internet. Nada impede que, além de escreverem agendas e diários e publicarem notas nos murais da escola, eles enviem torpedos por celular, conversem em chats ou enviem mensagens por e-mail. Se houver equipamentos suficientes, os alunos podem registrar e editar seus textos em computadores. Se não, pode-se realizar atividades em grupo na própria escola ou em equipamentos públicos. A crescente importância desses meios é mais um estímulo para o domínio da escrita, até porque os CDs, DVDs e pendrives logo farão - se já não fazem - parte da vida escolar tanto quanto livros e cadernos.
Com esses e outros meios, aprende-se a ler e escrever todo o tempo e em qualquer disciplina, e é ainda melhor quando a coordenação pedagógica orientar a equipe nesse sentido. O ideal é que todos sejam preparados para ações conjuntas, mas já faz uma enorme diferença se, antes de cada aula, os docentes souberem quais linguagens desenvolverão com os alunos e como vão estimulá-los a ler os textos e a escrever o que aprenderam, as dúvidas que restaram e seus pontos de vista sobre aspectos polêmicos.
A chamada alfabetização científico-tecnológica mostra essa preocupação no ensino de Ciências. Falta muito, porém, para que as linguagens sejam objetivos da instrução e não só pré-requisitos exclusivos das aulas de Língua Portuguesa e Matemática, como apontamos nesta coluna (edição 215, de setembro de 2008). A competência de ler e escrever, aliás, se desenvolve com a de "leitura do mundo" no sentido usado por Paulo Freire - e todo educador deve fazer isso sozinho e em associação com seus colegas.
Cada estudante que, numa aula de Geografia, examina um mapa ou guia de ruas, assinala locais por onde passa e comenta em texto experiências ali vividas, além de aprender a se situar, faz um exercício expressivo e pessoal da escrita. Isso também pode ser um trabalho coletivo, como a maquete que vi numa cidadezinha mostrando a escola, o estádio, o hospital, a praça e a prefeitura. Estavam ali representados também o rio, com os pontos onde transborda e em que ocorre o despejo irregular de lixo. Cartazes ao lado comentavam o surgimento da cidade, a vida econômica e os problemas ambientais, com linguagem aprendida em aulas de Arte, Ciências, Geografia, História e Língua Portuguesa.
Mas essa prática só muda as estatísticas de alfabetização quando faz parte da rotina escolar. Há uma queixa frequente de que por lerem mal os alunos têm dificuldade com certos conteúdos. Diante dela, a escola deve trocar o círculo vicioso - em que o despreparo na língua dificulta a aprendizagem de outras matérias e perpetua o despreparo - por um círculo virtuoso - em que a leitura e a escrita melhorem em todas as áreas e ajudem na aprendizagem de qualquer conteúdo. De certa forma, todos os professores devem dar continuidade ao processo de alfabetização, em que os pequenos leem e escrevem sobre suas relações pessoais ou sociais e sobre as coisas da natureza, entre outros temas.
Para cumprir esse objetivo, é igualmente importante lançar mão de vários meios e atender aos interesses de crianças e jovens, muitas vezes relacionados às novas tecnologias. Buscas pelo conteúdo de enciclopédias ou por letras de música podem ser feitas pela internet. Nada impede que, além de escreverem agendas e diários e publicarem notas nos murais da escola, eles enviem torpedos por celular, conversem em chats ou enviem mensagens por e-mail. Se houver equipamentos suficientes, os alunos podem registrar e editar seus textos em computadores. Se não, pode-se realizar atividades em grupo na própria escola ou em equipamentos públicos. A crescente importância desses meios é mais um estímulo para o domínio da escrita, até porque os CDs, DVDs e pendrives logo farão - se já não fazem - parte da vida escolar tanto quanto livros e cadernos.
Com esses e outros meios, aprende-se a ler e escrever todo o tempo e em qualquer disciplina, e é ainda melhor quando a coordenação pedagógica orientar a equipe nesse sentido. O ideal é que todos sejam preparados para ações conjuntas, mas já faz uma enorme diferença se, antes de cada aula, os docentes souberem quais linguagens desenvolverão com os alunos e como vão estimulá-los a ler os textos e a escrever o que aprenderam, as dúvidas que restaram e seus pontos de vista sobre aspectos polêmicos.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Animais em extinção
Introdução
Com
a redução das florestas e o tráfico de animais silvestres, muitas espécies
de animais estão entrando em extinção. Governos de diversos países e
sociedades protetoras de animais tem investido recursos para evitar tal violência
contra os animais.
Pesquisas
e causas da extinção de espécies animais
As
últimas pesquisas apontam que milhares de espécies animais foram extintas nos
últimos cem anos. Muitas destas espécies jamais serão conhecidas por gerações
futuras. Sabemos que, muitas delas, poderiam revelar ao homem informações
importantes sobre o meio ambiente e até mesmo a cura para determinados tipos de
doenças.
Os
cientistas não conseguem calcular com exatidão o número de espécie de seres
vivos que habitam o nosso planeta. A diversidade biológica é muito grande, porém
estima-se que haja em torno de 10 a 15 milhões de espécies da fauna, flora e
microorganismos. Deste total, de 5 a 8 milhões seriam insetos, 400 mil seriam
plantas, 60 mil de animais vertebrados, 5 mil mamíferos e 10 mil aves.
O
relatório Planeta Vivo, elaborado pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza),
aponta uma queda significativa na quantidade de espécies entre 1970 a 1995.
Este estudo monitorou diversas espécies e chegou a triste conclusão de que 35%
dos animais de água doce foram extintos neste período. Com relação aos
animais marinhos, a perda foi maior, pois atingiu a ordem de 44%.
Um
outro relatório importante, fruto de pesquisas, também apontou dados
preocupantes. A União para a Conservação da Natureza ( UICN ) mostrou que um
quarto das espécies conhecidas pelo homem estão ameaçadas de extinção.
Entre estes animais, podemos destacar: o panda gigante da China, o
elefante
africano, o cervo-da-tailândia, o cavalo selvagem da Europa Central, o bisão
da França, a
baleia-azul, o leopardo,
o lobo-vermelho, o orangotango, entre outros.
Entre as espécies vegetais, podem desaparecer do planeta as orquídeas de Chiapas, no México, e as bromélias da América e da África.
Entre as espécies vegetais, podem desaparecer do planeta as orquídeas de Chiapas, no México, e as bromélias da América e da África.
No
Brasil a situação não é diferente. O tráfico de animais silvestres, as
queimadas e as agressões aos ecossistemas colocaram vários animais brasileiros
na triste lista dos animais em extinção. São alguns exemplos: ararinha, arara-azul, Cachorro-vinagre,
Cervo-do-Pantanal, jaguatirica,
lobo-guará,
mono-carvoeiro, mico-leão-dourado,
onça-pintada, tamanduá-bandeira, tatú-canastra,
veado-campeiro, entre outros.
No
ano 2000, a revista Nature divulgou a existência de 25 locais da biodiversidade
mundial que devem receber uma atenção urgente por parte das autoridades, pois
são regiões que concentram um maior número de animais em vias de extinção.
Entre estas regiões, a revista destacou: as florestas africanas, Cordilheira
dos Andes, Mata Atlântica e Cerrado Brasileiro.
Conclusão
:
Infelizmente o homem tem demonstrado uma dificuldade grande em viver em
harmonia com a natureza. As espécies animais e vegetais sempre foram vítimas
da violência e degradação proporcionadas pelo ser humano. A ganância e o
desrespeito do ser humano sempre foram constantes na relação entre homem e
natureza. Temos muito a aprender com os indígenas neste aspecto. Eles
sempre souberam respeitar a natureza, pois sabem que sua existência depende
diretamente do meio ambiente. Pena que o homem branco "civilizado"
também tem ameaçado de extinção dos indígenas.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Cultura sobre quatro rodas
Em parceria com a Libre, o Projeto Ônibus-Biblioteca leva literatura e
atividades de estímulo cultural aos quatro cantos mais periféricos de São Paulo
Em parceria com a Libre, o Projeto Ônibus-Biblioteca leva literatura e
atividades de estímulo cultural aos quatro cantos mais periféricos de São Paulo
São sete roteiros semanais com destino às regiões mais distantes do
centro paulistano, bairros cujo investimento em cultura e educação estão muito
próximos do zero. De segunda a domingo, um projeto da Secretaria Municipal da
Cultura do Estado de São Paulo, em parceria com a Liga Brasileira de Editoras
(Libre), leva ônibus com cerca de três mil títulos de obras da literatura
universal, revistas, jornais e quadrinhos para locais como Grajaú, Jardim
Iguatemi, Vila São José, Vila Penteado, Parque São Rafael, Jardim Miriam e
Cidade Tiradentes. A idéia dessa iniciativa, batizada de Ônibus-Biblioteca, é
levar mais conhecimento às comunidades pelas quais atravessa.
De cada biblioteca móvel a população pode tomar títulos emprestados ou
fazer a leitura no próprio local. Caso o usuário não encontre o material que
procura, basta ele fazer um pedido. Depois de uma semana, provavelmente o livro
estará em suas mãos: o acervo reserva do projeto conta com 165 500 obras no
total. Cada autor que compõe o estoque passa por um processo de seleção
rigoroso. "A intenção é, no médio prazo, incorporar ao acervo existente,
livros das editoras pertencentes a Libre, cujo enredo tenham afinidade com os
interesses das comunidades em que atuam", explica a presidente da Liga,
Renata Farhat Borges.
Em funcionamento desde outubro deste ano, o projeto também conta com uma
programação que estimula ações de socialização e convívio sadio da comunidade,
com a participação de contadores de estórias, apresentação de peças teatrais,
rodas de poesias e palestras realizadas por oficineiros da rede colaborativa da
Libre. As atividades são destinadas a todas as faixas etárias, com foco nas
crianças e nos adolescentes.
Com um público já fiel nas regiões em que opera, o Ônibus-Biblioteca
planeja incluir mais 21 roteiros, pelos quais passará a atender Brasilândia,
Cidade Ademar, Jardim Ângela, Parelheiros, São Miguel Paulista, São Mateus, Rio
Pequeno entre outros bairros da periferia da cidade. "Tenho orgulho de
integrar um projeto completamente comprometido com a democratização do saber.
Todos os elementos chave do Ônibus-Biblioteca, desde as obras disponibilizadas
até os oficineiros participantes, estão alinhados com essa proposta",
complementa Renata. Cada vez mais o projeto difunde informação e cultura pelo
extenso território da cidade de São Paulo.
O encanto que emana da Leitura
O encanto que emana da leitura
A leitura sempre esteve presente na minha
vida e sei o quanto aprendi e aprendo com essa habilidade imprescindível.
Quando era criança li o Sapateiro mágico, O cachorrinho Samba na
fazenda.
Na
adolescência li vários livros da série vaga-lume, e como são bons e
proveitosos, até hoje estou sobre o efeito deles.
No magistério, também li vários, sempre de acordo com o conteúdo
de Literatura que estávamos estudando.
Quando estudei o Romantismo li Diva, de José de Alencar, o título
me chamou atenção porque "Diva" é o apelido de minha mãe.
Gostei tanto do livro que li em três dias, fiz prova e na época
tirei A.
A leitura sempre me encantou, leio sempre para meus alunos e
sempre choro quando leio "A pequena vendedora de fósforos".
As leituras que faço para meus alunos com prazer, não é só proveitosa
para eles, mas para mim que sempre tiro algo de bom para minhas aprendizagens.
Além disso, sempre leio o jornal local e o jornal O Est. de SP, para me
atualizar, aprimorar a cultura geral e consequentemente satisfazer esse vício
gostoso que é ler.
Concluindo, sempre tive contato com livros, sempre frequentei
bibliotecas e isso me encantou e me encanta até hoje.
sábado, 14 de setembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
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